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sábado, 19 de maio de 2012

Peguei meu amigo empresário numa inversâo!

Esse conto foi enviado por um visitante de nosso blog!

Peguei meu amigo empresário numa inversâo!

Estava de férias e recebi um convite para ir para a cidade de São Paulo e de lá iria passar para passar uns dias na casa de campo de um amigo, o qual, mantenho uma boa amizade e até relacionamento comercial, já há alguns anos.

Fui para São Paulo feliz da vida, afinal férias sem custo é um bom negócio. Cheguei na no aeroporto e meu amigo estava lá me aguardando. Liguei para o fone fixo (no celular dele que permite ligação interurbana como local) e nos achamos. Depois de um breve cumprimento, entramos em seu carro, que estava num estacionamento dentro do aerorporto e fomos para a cada dele no bairro do morumbi.

Chegamos em sua modesta costa com uma bela decoração, móveis de qualidade e bem iluminada. Ele me apresentou a sua governanta, uma senhora morena, bem simpática e educada (veja foto).

Ela me levou para o quarto em que dormirámos naquela noite, já que no dia seguinte iríamos para a casa de campo na cidade de Araçatuba-SP.

Fui tomar um banho, descansar para jantarmos e acordar cedo no outro dia para pegarmos a estrada.

Jantamos, e depois disso batemos papo e colocamos os assuntos em dia. Logo em seguida, me recolhi para o quarto para ver um filme até o sono chegar!!!

Depois de uma meia hora o sono chegou e fui dormir. Coloquei meu celular para despertar para não ter que ser acordado por ele e nem por sua governanta.

E na hora marcada as seis horas da manhã ele despertou e acordei. Tomei um belo banho e me vesti e fui para a sala de jantar para fazer o desjejum. Tomei um café que mais parecia um almoço, além de bolos, pães, café, leite, chocolate e biscoitos ainda tinha frutas.

Logo o Claudio (vamos chamá-lo assim) chegou já vestido com um traje esporte (bermuda, camiseta e tênis). Nos cumprimentamos novamente e saboreamos aquele café da manhã delicioso.

Logo em seguida, pegamos nossas malas e fomos para o carro (uma pajero) para seguir viagem. Sentei na parte traseira do carro e sua governanta (Ana Maria) sentou-se na frente no banco do carona. Disse-lhe que se não importasse preferia viajar na parte de trás. O que ele prontamente aceitou e disse:
- Fique a vontade, você é nosso convidado!

Seguimos viagem. E papo daqui, papo de lá, falamos de coisas sérias, de assuntos sem improtancia e a viagem não demorou muito. Logo estávamos na sua chácara em Araçatuba-SP. Logo que chegamos retiramos as malas do carro. Vi móveis coloniais de boa qualidade, bem decorada, ampla e bem iluminada novamente. E fui logo com a Ana conhecer meu novo quarto onde passaría meus próximos 15 dias.

A chácara tinha piscina, algumas criações (galinhas, patos, coelhos e etc) e muito verde (pomar). Realmente gostei do local.

Resolvemos almoçar fora e acabamos indo para a churrascaria Terra do Boi onde comemos um belo churrasco. Depois, damos uma volta pela cidade e voltamos para a casa.

A tarde estava ótima, e fui dar umas voltas pelo pomar, andar para fazer a digestão!!! Fiquei uma meia hora ou quarenta minutos fora. E voltei!!! Ao entrar pela casa vi o meu amigo Cláudio totalmente sentado numa poltrona numa posição estranha. E me assustei com aquela cena. A Ana estava com um consolo (brinquedo) na mão enterrando no rabo do Cláudio.


Realmente essa cena me deixou atordoado e na hora meu pau cresceu! A Ana me olhou fixamente no olho sorrindo. E disse:

- Pode entrar, estamos brincando!!! Você gosta de brincar??

Eu respondi: - Sim gosto, acho que toda brincadeira relaxa e dá prazer... Meio sem jeito e desconcertado. Meu amigo entao disse:

- Oi Antonio, te chamamos para vir para cá porque somos bem liberais. E espero que você curta, já que sempre falamos desses assuntos por telefone, e-mail e pessoalmente. A Ana é mais que minha governanta. Ela é minha amante. Ela é sotleira e eu separado e criamos nosso jetio de ter e dar prazer um ao outro..

- Você quer participar? Tire a roupa e filme a gente!! Adororamos ver os filmes depois. Você pode até colocar naquele seu site de casais liberais ao vivo para que todos nos vejam.

- Claro, será um prazer! Fui até o quarto, para me despir e pegar meu lap top, em seguida, acessei nosso site, liguei a web-cam e comecei a divulgar aquela cena em nosso clube. E fui fotografando cada cena para dar veracidade ao fato.


Essa cena do meu amigo sendo enrabado por aquele brinquedo enorme, e ao mesmo tempo, sentindo a satisfação da Ana em fazê-lo me deixou com um tesão enorme.

Não demorou muito, e toda aquele mastro de plástico estava todo dentro dele. Ele se contorcia e gemia. Dizia palavras obcenas do tipo:

- Isso Ana, soca tudo!! Soca bem forte!!! me come safada!!! Estou aparecendo para o mundo inteiro.

E a Ana dizia:
Isso cachorro, rebola mesmo, cabrito chifrudo, meu corno broxa!!! Vou dar para o Antônio para você ver ele me fuder toda!!! Quero que você filme tudo tá safado! Vou tocar uma punheta agora em você tesão!! Goza para mim ordinário, vagabundo, puto....


E ela começou a tocar uma punheta nele e enfiando e tirando aquele talo de plástico de sua bunda!!! Eu já estava totalmente de cacete duro. Posicionei a cam para filmar e compartulhar no site e fui para perto. Dei a volta por trás deles, ficando na frente dele. Ele pegou minha piroca e colocou na boca. começou a me chupar como uma gazela.

A Ana começou a olhar e dizer; Isso puto! Mama essa piroca toda. Ela já já vai entrar na minha buceta. Estou toda melada. Goza putoooooooooooooooooooo! Quero pegar meu dildo de calcinha para te comer todo!!!

Ela saiu e deixou ele me chupando! Voltou em seguida, vestindo uma calcinha com uma piroca de plástico e enrabou ele. Eu estava no céu, sentia um prazer que até então não tinha sentido...

Ficamos ali naquela sacanagema até que ele não aguentando mais saiu e pediu que a Ana tirasse a calcinha. Ela tirou e ficou na mesma posição que ele estava.  Foi assim que comi a bunda da Ana enquanto ela chupava o ferro do Cláuido. mas isso eu vou contar posteriormente em uma postagem que ainda vou escrever!. Acesse http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1855132930855947837#editor/target=post;postID=5900406171485892929 e veja as fotos e a continuação.









quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Avisos e Comentários

Bem vindo(a)!


Clube Casais Liberais Patrocinados do Brasil


VEJA APRESENTAÇÃO EM POWERPOINT CLICANDO AQUI!

Casamento Aberto usualmente se refere a um casamento no qual os parceiros envolvidos concordam que relações extraconjugais não são consideradas como traição ou infidelidade, e podem ser vividas pelos dois parceiros juntos ou separadamente.


Existem muitas formas e estilos de casamento aberto, nas quais os parceiros têm diferentes níveis de liberdade ou de controle sobre a vida sexual do outro. Cada caso é discutido internamente entre os parceiros, não existindo um padrão de relacionamento.

Relacionamento aberto é a relação afetiva estável em que os parceiros envolvidos concordam que relações extraconjugais NÃO são consideradas traição ou infidelidade.
O termo "aberto" ficou consagrado por este tipo de relacionamento envolver uma "cláusula de abertura" pela qual os parceiros concordam com certo grau de liberdade que autoriza relações com pessoas que não façam parte de seu relacionamento sem que tal liberdade cause angústias ao parceiro.

É defendido por seus adeptos como uma alternativa ao modelo monogâmico tradicional, alternativa preocupada com os efeitos do tolhimento do desejo no indivíduo e no casal. Ainda segundo seus defensores, o uso do termo para referir-se ao ficar é inapropriado por este último ter por essência a ausência de compromissos, o que não acontece nos casamentos abertos e namoros abertos.

Sartre e Simone de Beauvoir são a mais conhecida referência neste tema. Com seu relacionamento iniciado nos idos dos anos 20 (mais precisamente em 1929), início marcado por conhecida frase de Sartre: "entre nós, trata-se de um amor necessário: convém que conheçamos também amores contingentes" (inspirada na concepção filosófica de verdade necessária e verdade contingente), tornou-se qüinquagintária, findando apenas com a morte de Sartre, em 1980.

A falta de desejo, sobretudo para as mulheres, é uma das questões centrais em casamentos frios na cama. Estudo realizado pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, da Alemanha, revela que, no início do relacionamento, 60% delas querem sexo com frequência. Depois de quatro anos de união, este índice cai para 50%. Após 20 anos, chega a 20%. Entre os homens, o desejo permanece inalterado para 70% deles. "O sexo não é uma prioridade para muitas mulheres".

“Esses são alguns sinais: um filme aqui, um seriado lá, um livro acolá. A mudança de mentalidade está em curso”, acredita a psicanalista e sexóloga carioca Regina Navarro Lins, autora do livro “Amor a Três” (Best Seller) juntamente com o marido, Flávio Braga. E as mudanças acontecem assim mesmo: lentamente e sem data certa: “Se há alguns anos alguém dissesse que seria natural não se casar virgem ou se divorciar, ninguém acreditaria”, compara.

Para Regina, vivemos um momento em que se busca o desenvolvimento das potencialidades individuais, fato que caracteriza a nossa época e bate de frente com o amor romântico, aquele baseado na fusão dos amantes, na idealização do outro. “A decadência do amor romântico leva com ela a exclusividade e abre espaço para novas experiências e novos tipos de relacionamento”, diz. Afinal, lembra a psicanalista paulista Betty Milan, “o casamento burguês não tem mais fundamento econômico, já que as mulheres de hoje podem ser independentes”.

Na opinião do psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha), estão acontecendo alterações brutais nas relações. “Nos atendimentos, tenho assistido a uma mulher com dois homens e homens propondo a poligamia abertamente”, conta. Por isso ele acredita nos relacionamentos personalizados. “Antes havia apenas o casamento padrão, mas apenas um modelo não cabe mais na nossa sociedade. É preciso haver flexibilidade, compor um menu de acordo com as necessidades atuais de cada um: idade, estado civil, fase da vida, tipos de amor”, explica.

Poligâmico por natureza Apesar de na sociedade ocidental o ideal de relacionamento ser a monogamia, o ser humano é poligâmico por natureza, segundo o Amélio. Ele cita o Atlas Murdock, em que são localizadas no mapa-múndi as várias formas de “casamento” nas culturas: poligamia, monogamia, casamentos arranjados, iniciação sexual pela mãe etc. Foram listadas cerca de 1200 sociedades, das quais 800 privilegiam a poligamia.

“A monogamia é minoria no mundo, embora na prática haja muita traição neste tipo de relacionamento”, diz ele. Estima-se que nas sociedades monogâmicas 10% dos filhos não são do pai presumido. Por isso essas culturas adotam medidas para coibir a traição, que vão de religiões a leis. “Além disso, existem os mecanismos sociais sutis para impor uma postura, como isolar o indivíduo, não convidar para festas, fazer retaliações etc.”, diz o psicólogo.

“O amor tem como fundamento a fidelidade. Mas o ser humano é conflituoso, não é fácil se relacionar”, diz Betty Milan, que recomenda os textos da literatura sobre o adultério, como “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, publicado em 1857. "Ninguém se aprofundou tanto no tema como os romancistas", afirma. Enfim, mesmo com todas as pesquisas disponíveis, teorias e romances não é possível dizer que o ser humano é uniforme: tem gente que pode se dar bem com a monogamia; tem gente que pode se adaptar a um relacionamento a três ou outros tipos de relacionamento.

Depois de efetuar muitas pesquisas sobre o assunto na internet chego a conclusão de que temos o direito de viver o que gostamos e achamos que é bom para nós, não importa o que os outros vão pensar... O preconceito e a hipocrisia* vão estar sempre na poltrona ao lado.

Preconceito (prefixo pré e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.
Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação.